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cartaz06

 

lino_de_cuco

 

Linho de Cuco é um espectáculo de teatro realizado a partir do livro de contos homónimo, de Fernando Pinheiro, dedicado ao conto cómico, satírico e jocoso. Cinco dos quinze contos insertos na colectânea serão levados à cena numa co-produção da Nova Comédia Bracarense e de “A Capoeira” – Companhia de Teatro de Barcelos, segundo uma encenação do próprio autor.

Ficha técnica:
Cenografia – “A Capoeira” e NCB
Fotografia do cartaz – F. Pinheiro
Cartaz – Carla Cardoso
Operação de luz e som – Mário Maciel
Caracterização – Cláudia Almeida
Narração / “voz-off” – Armindo Cerqueira
Compère e contra-regra: Fernando Pinheiro; Maquinista: Victor Pinto;

“Filosofia à Porta da Taberna”: Zé – Manuel Barros; Manel – Miguel Araújo.
“O Paralítico e o Mensageiro”: Paralítico – Sérgio Macedo; Mensageiro – Toni Alves; Coro: Maria Luísa Reininho, Carla Cardoso, Luísa Gomes e Nova Comédia Bracarense.
“O Repuxo do Governador”: Governador – Diamantino Esperança; Lacaio e velho – Vasco Oliveira; Lacaio – Carlos Barbosa; Lacaio e Conselheiro – Manuel Barros; Tesoureiro e Engenheiro – António Pimentel; Conselheiro e Guarda – Miguel Araújo; Secretária e Dama – Cláudia Almeida; Conselheiros – Moisés Campos e Luís Cardoso; Coro – A Capoeira.
“O Caçador do Rio Pardo”: Patrão – Toni Alves; Criado – Sérgio Macedo; Moço – Diogo Pinto; Mulheres – Maria Luísa Reininho, Carla Cardoso e Luísa Gomes; Coro: Nova Comédia Bracarense.
“A História do Malabarista”: Presidente da Câmara – Vasco Oliveira; Secretária – Cláudia Almeida; Arquitecto Perestrelo – António Pimentel; Martins – Carlos Barbosa; Vereador – Diamantino Esperança; Director – Moisés Campos; Engenheiro – Miguel Araújo; Trabalhador – Manuel Barros; Trabalhador – Luís Cardoso; Coro – A Capoeira;

 

 

joana_darc


O percurso de Joana D¹Arc, uma das mais interessantes e intrigantes personalidades da história humana, tem sido abordado segundo múltiplos vectores, designadamente o teatro.
Respeitando a veracidade dos factos (datas, nomes, declarações de Joana durante o julgamento), a autora deste texto dramático, pretendeu não só recriar um acontecimento de relevância histórica, mas também entrecruzar dois planos fundamentais que dele ressaltam: o sagrado e o profano. Pois, se grande parte do fascínio de Joana, no seu tempo e através dos tempos, reside nas vozes que ouvia, tão factuais como a armadura que vestiu, podemos também nós, diante desta peça, ouvir essas vozes, que lhe inquietaram a alma e a conduziram ao inevitável cumprimento de um destino, do mais improvável dos destinos.

Ficha Técnica:
Autora – Helena Almeida Pimenta
Encenação – Manuel Ramos Costa
Género – drama histórico (2 partes)
Elenco: Inês Matos; Patrícia Comes; Céu MeIlo; São Garcia; Zília Martins; São Almeida; Tony Nobre; José Carlos; Carlos Valente; Hugo MeIlo; Renato Fernandes; Portugal Inácio.
Direcção de cena e sonoplastia – António João Lobo
Luminotecnia – Correia Pinto
Pesquisa musical – Fernando Rodrigues
Caracterização – Zília Martins e Céu Mello
Carpintaria – Carlos Inácio
Guarda-roupa – Lisete Ferreira (confecção)
Figurinos – Adelaide Pinto, Cilene Martins e Zulmira Mendes
Design do cartaz e roteiro – Jorge Afonso
Produção e montagem – TEM

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As Mulheres no Parlamento, texto de Aristófanes que representa uma inversão do teatro aristofânico e na própria comédia ateniense.
As mulheres decidem que, na próxima sessão da assembleia, tomariam assento antecipadamente, em trajos masculinos. Assim fizeram.
Mais tarde, juntam-se-lhes os homens, em roupa de mulher.
Uma delas discursa para garantir que, se lhes fosse dado um poder absoluto, haviam de governar mil vezes melhor.
São dadas ordens para que todos os bens sejam depositados num fundo comum, de que, cada um, se sirva em partes iguais. Às mulheres compete a total reformulação das leis.
“As Mulheres no Parlamento” evidencia os sinais de um outro gosto teatral, o qual marca a passagem do modelo tradicional da Comédia antiga para uma estrutura com características próprias.

Ficha técnica:
Autor – Aristofánes
Género – Comédia
Adaptação – Maria de Fátima Sousa e Silva
Encenador: Carlos Barbosa
Interpretes – Lídia Lopes; Carla Leite; Ana Leite; Ângela Oliveira; António Pimentel; Miguel Silva; Zé Maria; Luís Cardoso; Barbara; Ana Rita; Sandra Lopes; Fátima; Rosa; Sandra; Catarina.
Cartaz: Miguel – Silva
Cenografia – Carlos Barbosa
Figurinos – Ângela Oliveira
Banda Sonora – Carlos Barbosa/Miguel Silva
Iluminação – Carlos Barbosa
Produção – NCBP 2006

 

 

balada

A Balada das Tábuas é um texto concebido de uma forma particular: uma série de quadros sobre o tema do espectáculo, da representação e das situações absurdas que podem acontecer em palco. A encenação, as cenas caricatas. A timidez de uns. A descontracção de outros. Uma história por contar...
Quatro quadros elucidativos de muitos aspectos experimentados em palco. Representados alegremente


Ficha técnica:
Autor – Jean Pierre Alegre
Encenador – Rafael Videira
Apresentadora – Ana Luísa Durão
Desesperado – Carlos Geria
Catarina – Ana Filipa Cardoso
Motorista – Marco Paulete
Actor 1 – Luís de Melo
Actor 2 – Hugo Gaspar
Explorador 1 – Ana Filipa Cardoso
Explorador 2 – Fernando da Helena
Explorador 3 – Sérgio Damas
Técnicos:
Cenografia – Hugo Gaspar e Sílvio Rajado
Luminotécnia – Tó Figueiredo
Sonoplastia – Adelino Rodrigues

 

 

maluquinha

Peça representada pela primeira vez em 1916, A Maluquinha de Arroios é uma deliciosa comédia em três actos, de André Brun (1881-1926), já adaptada ao cinema e à televisão.
Retirado do negócio do bacalhau e tendo sido sempre “um escravo do dever”, Baltasar Esteves arrisca a primeira escapadela em casa da Maluquinha. Casa onde lhe aparece uma pessoa de família em cada canto!... Entretanto, vamos descobrindo “sonetos em verso”, latas de macarronete e amores anónimos que demoram a desvendar-se provocando suspiros, paixões e cenas de ciúmes.
Enfim, ingredientes bastantes para termos uma peça muito divertida.



Ficha técnica:
Autor – A. Brun
Encenação – José Fernandes
Elenco – Conceição, Marina, Almeida, Perpétua Rodrigues, Isabel Pombo, Capitolina Esteves, Edite Miranda, Baltasar Esteves, José Martinho, Abranches, Manuel Pereira, Chico, Hélder, Tomé,
Luísa, Magui Fitas, Artur, Carlos Fitas, Alzira de Meneses, Cristina Arantes, Jerónimo Martins, Luís Pombo, Eulália Martins, Carmo Bernardino, Natividade, Natália Fitas, Joaquim, José Rodrigues,
Borboleta, Nuno Tomé. Participação especial de Geribau e Louro   
Desenho de Luz e Relações Públicas – Carlos Fitas
Operadores de luz e som – José Bernardino, Pedro Sousa
Apoio geral – Alice Arantes, Anita Pereira e Bruno Bernardino
Guarda-roupa – Carmo Bernardino
Caracterização – Magui Fitas

 

 

gato_malhado

Gato Malhado e a Andorinha Sinhá é a história de um gato que se apaixona por uma andorinha causando estranheza em todos os outros animais que habitavam um parque. Acontecem juras,  eles p


Ficha técnica:
Adaptação, Encenação e Caracterização – Mónica Silva
Elenco – Bruna Figueiredo (Pata Branca), Carla Sousa (4 Estações), Gilberto Silva (Gato Malhado), Joana Sousa (Vaca Môcha), João Magalhães (Tempo), Paulo Rua (Reverendo Papagaio), Pedro Ribeiro (Pai da Andorinha), Raquel Loureiro (Árvore II), Renato Magalhães (Pedra), Rita Martins (Andorinha Sinhá), Rui Neves (Professor Rouxinol), Sandra Oliveira (Galinha Carijó), Cristina Moreira (Árvore I), Sérgio Santos (Pato Preto),
Sónia Correia (Manhã), Zita Silva (Mãe da Andorinha)
Luminotecnia – Jorge Cardoso
Sonoplastia – Nuno Marques
Colaboração – Xana Cardoso, Lurdes Sousa, Conceição Magalhães, Teresa Marques e Paula Pires
Assistente de Palco – João Sousa
Produção: ACGITAR
asseiam juntos enquanto as ou
tras personagens condenam o amor impossível.

 

 

duras_verdades Um retrato do poder e fraqueza dos média nos tempos que correm.
Duras Verdades conta-nos a vida de um famoso e bem sucedido argumentista e de um escritor reformado, confrontando a visão social que transmitem de si e da realidade. Enquanto isso, é desmascarada a maldade e o sarcasmo de alguns trabalhos jornalísticos, mas também a sua efemeridade. Uma curiosa e divertida perspectiva sobre a disseminação dos media, o culto das figuras públicas e a perda da privacidade, gerando um interessante olhar sobre o preço da fama e a perda da criatividade num mundo de "ídolos com pés de barro".
Adrian Ludlow, é um famoso escritor de um livro que fez grande sucesso. Sam Sharp, seu amigo dos tempos da faculdade e agora um famoso guionista, dá-lhe conta de como fora maltratado num jornal de Domingo por Fanny Tarrant, uma jornalista implacável. Juntos decidem vingar-se, mas para isso terão que pôr em risco a sua privacidade e então …


Ficha Técnica:
Adrian Ludlow – Luís Santos
Sam Sharp – Márcio Natchaty
Fanny Tarrant – Helena Silva
Eleanor – Joana Grilo
Jess – Cristina Bogarim
Som e Luzes – Armando Vieira
Cartaz – Marisa Leandro
Produção – Armando Vieira

 

 

outra_face Em A Outra Face da Vida, o confronto entre o temperamento muito afectivo, deslocado da época actual, por carência do egoísmo e insensibilidade necessários ao triunfo material, e o temperamento muito frio e calculista, superior às fraquezas humanas, considerando a afectividade um crime.
Nesta época que todos vivemos acima das nossas possibilidades, sendo importante apenas o materialismo, a imagem que transmitimos aos outros.
É bom não esquecer que, de repente, pode vir o reverso da medalha, a outra face da vida.

Ficha técnica:
Autor – Guerra Conde Júnior
Encenação – Manuel Cardoso
Contra Regra – Rosa e Susana Cardoso
Técnico de Luz – Domingos Soares
Técnico de Som – Pedro Cunha
Cabeleireiro – José Carlos Azevedo
Caracterização – Paula Abreu
Cartaz – Domingos Silva
Fotografia/Vídeo – Foto Pitães

Elenco: Aníbal Coelho; Armindo Pião; Aurora Moreira; Hugo Pereira; Joana Macedo; João Cardoso; Júlio Cardoso; Lino Barros (Gravia); Manuel Cardoso; Patrícia Pereira; Paulo Freitas (Tom); Ricardo Soares; Rita Tinoco Faria; Sara Machado; Sílvia Barros; Susana Fernandes.

 

 

amores Como Estamos de Amores é uma peça que fala de relacionamentos. Mas, apesar do humor ácido que, por vezes, parece céptico, a principal mensagem deste texto será que é preciso amar.
No entanto, para que qualquer relação tenha futuro, ela deverá ser construída sobre bases sólidas, sobre verdades.
No caso dos personagens desta trama, a verdade foi ocultada desde o início. Depois, o que ficou foram as acusações. E agredir não é exactamente a melhor forma de sermos sinceros. Ao contrário, é mais uma maneira de nos defendermos, levantando mais barreiras que nos deixam longe de revelar a verdade de nossa alma.
Esperamos que possam rir desses personagens patéticos que, apesar de necessitarem desesperadamente do amor um do outro, não aprenderam a pedir e, muito menos, a se entregar.

Ficha técnica:
Autor – Emílio Boechat
Título original – É impossível ser feliz sozinho
Adaptação – Cale Estúdio Teatro
Encenação – António d’Alegria
Interpretação – Graça Russo (Laura) e Cândido Xavier (Alberto)
Cenografia – Cândido Xavier
Figurinos – Graça Russo
Desenho de luzes – Carlos Gonçalves
Sonoplastia – Cândido Xavier
Operação de luz e som – Carlos Gonçalves
Apoio de bastidores – Adriana Carmezim, Luciano Nogueira e Maria José Rosalino

 

 
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