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A Mosqueta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

SARDOAL2

 

Comédia de Angelo Beolco, conhecido como “o Ruzante”, escrita entre 1527 e 1531.
Betia uma mulher do campo, que vai viver com o seu marido Ruzante, para a cidade e porque a sua “natureza” não a deixa estar sozinha, apaixonou-se por Tonin, um soldado Bergamasco.
Menato, deixa tudo, para ir atrás da sua comadre para ver se ela lhe faz o que lhe fazia antigamente nos campos da aldeia. Encontra o seu compadre Ruzante, e sabendo dos seus ciúmes, convence-o a vestir-se como um estudante e ir a sua casa para saber se ela lhe é fiel ou não, falando-lhe em língua curta “moscheta”* (dialeto urbano da região de Pádua, e que deu origem ao nome da peça).
Ah… e se os virem a fazer qualquer coisa que não vos agrade, ou se virem que eles estão para brigar, estejam quietos e calados, porque os camponeses quando estão zangados são capazes de tudo.
Portanto, sentadinhos e caladinhos, que vamos começar .

 

 
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