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Os Plebeus Avintenses
“Morte e Vida Severina”
Sábado, 1 de Fevereiro 2020, 21H45

Classificação Etária: M/12
Género: Drama
Duração: 80 minutos

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA:
Autor: João Cabral de Mello Neto
Encenação: Jorge Castro Guedes
Assistente de Encenação: Eduarda Alves
Direção Musical e Arranjos: João Carlos Soares
Cenografia: Jorge Castro Guedes
Guarda-Roupa: Manuela Santos
Desenho de luz: Eduardo Brandão
Operação de luz: Catarina Cunha
Desenho de som: Vladimiro Alcindo
Operação de som: João Paulo Santos
Interpretação: Ana Paula Vieira, Bruno Costa, Carla Costa, Cláudia Pinto, Cristina Martins, Eduardo Moura, Fátima Pereira Dias, Gina Pereira Dias, Jorge Araújo, José Manuel Cardoso, Leonor Rodriguez, Serafim Pereira Dias, Sousa Moura e Martim Santos.
Grafismo: Miguel Araújo
Montagem: Horácio Bernardino
Produção: Os Plebeus Avintenses


SINOPSE
"Morte e Vida Severina" conta-nos a vida dos "muitos severinos, iguais em tudo na vida" que "morrem de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte e de fome um pouco por dia". É a história coletiva dos 'retirantes' (migrantes) brasileiros procurando melhor vida e só a morte vão encontrando. Poema dramático realista de João Cabral de Mello Neto, quando escrito em 1955, relatando a vida nordestina no Brasil, em 1965, pelas mãos doTuca (Teatro da Universidade Católica de São Paulo) com a música do muito jovem Chico Buarque de Holanda, foi um êxito estrondoso em Nancy, no Festival de então. Hoje, essa realidade de barbárie que julgáramos a caminho de ser erradicada do Globo, volta em força e, pior ainda, na abstracção de números que esmagam a vida dos pobres fazendo-os cada vez mais pobres e dilatam a dos ricos fazendo-os ainda mais ricos, a ponto de tal riqueza não ser sequer possível consumir em proveito próprio e por várias gerações de herdeiros!

 

 
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